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PAMINE, um projeto 100% indígena
O projeto Pamine foi elaborado pelos Suruí segundo sua filosofia de vida.
O objetivo deste projeto é engajar o maior número de Suruí, nas ações de preservação da floresta amazônica e sua biodiverdade. Seguindo o pioneirismo da aldeia de Lapetanha, e seu lider Almir Narayamoga Suruí.
Para isto, precisa demonstrar os benefícios do reflorestamento, a fim que a totalidade do povo Suruí e até alguns povos vizinhos, percebam que a exploração predatória da floresta não é a única solução para enfrentar as pressões econômicas exercidas no povo Suruí.
A recuperação da riqueza da floresta próximas das aldeias deve proporcionar a redução da dependência alimentar com relação às cidades e criar recursos no âmbito do desenvolvimento sustentável.
Beneficiários
O beneficiário oficial do projeto, é a Associação Gamebey Metareilá, presidida por Almir Narayamoga Suruí., que representa a tribo Gamep.
Os verdadeiros beneficiários do projeto serão os moradores de Lapetanha e de outras aldeis. Aqueles que participam de forma ativa no reflorestamento. Além do salário recebido, eles beneficiam-se dos produtos retirados da floresta.
Bem fundado
As terras indígenas são praticamente as únicas no estado de Rondônia a resistir ao desmatamento. Por isso é fundamental apoiar o povo Suruí na sua ação de preservação da floresta e da criação de uma economia sustentável.
No mais, os Suruí gozam de grande prestígio no estado de Rondônia, sendo o povo indígena mais organizado e ativo em organizações inter-ótica. O lider que está na origem do projeto representa os índios brasileiros em instâncias nacionais e internacionais. Desta forma o projeto, mesmo modesto, poderá ganhar destaque na cena internacional.
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